Antes
"Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil."
Depois
"Após a abolição, a vida dos negros brasileiros continuou muito difícil. O estado brasileiro não se preocupou em oferecer condições para que os ex-escravos pudessem ser integrados no mercado de trabalho formal e assalariado. Muitos setores da elite brasileira continuaram com o preconceito. Prova disso, foi a preferência pela mão-de-obra europeia, que aumentou muito no Brasil após a abolição. Portanto, a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias (moradia e educação principalmente)". (Saiba mais)
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A Princesa Isabel e o Ministro da agricultura Rodrigo Augusto da Silva em 1888, talvez não tivesse gasto a tinta para assinar tal documento, se soubesse no que se transformaria essa lei, forçados ou não, assinaram e não nego que foi um grande progresso para os negros. Agora os negros subiram, de classe, eram cidadãos perante a lei e tinham orgulho até de serem chamados de pobres, pois até alguns brancos eram pobres e isso era motivo de orgulho.
Pros grandes não mudava muita coisa e o preconceito continuava o mesmo só que agora não só com os negros, mais com os POBRES.
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Hoje
Poesia de concreto - Kamau ♫♪ (Sinopse)





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